Posso roubar alguns minutinhos do seu tempo?
Gostaria de compartilhar uma pequena história que eu mesmo escrevi:
"Não passada a tão sonhada noite, o ladrão se preparava para outro roubo de uma casa rica nas montanhas. Já estava no quarto roubo na mesma semana e sua confiança só aumentava. Se gabava à todo o momento perto dos outros ladrões, dado um feito, que naquela época, nenhum havia conseguido.
Martin, o mais antigos dos ladrões dizia que seu ego, um dia, seria o penhasco do qual aquele ladrão cairia. Todos do grupo não discordavam de tal pensamento.
Quando a lua tocava o topo de nossa visão, o centro de nossa percepção, lá estava ele, John, pronto para seu próximo "lucro", como mesmo chamara uma vez. Já não haviam mais guardas nas ruas daquele vilarejo, nem mesmo notara se alguém transitava por ali. Então, decidido, avistou o alvo, a casa no fim das colinas. Gigante com um jardim florescente e colorido, tinha dois andares, com sacada e um revestimento rústico de uma madeira um tanto quanto rara. A porta, adornada com folheamento à ouro, fazia a vista principal da casa ser a melhor em toda a região./
Não demorou muito para chegar até o jardim sem ser visto, o momento era oportuno e a garantia de sucesso lhe animava cada vez mais. Porém ao adentrar a casa, avistou dois homens que por razões misteriosas, não deveriam estar ali. O primeiro rondava os jardins e o segundo guardava a tal porta adornada.
John carregava consigo um saco com suas ferramentas para arrombo e alguns panos e bombas de fumaça que ele mesmo fabricara. Sacando um pano, John rapidamente avançou no primeiro homem, e ao encobrir a boca, neutralizou o pobre distraído até que estivesse inconsciente. Por um súbito momento, o segundo, que não era tão distraído, percebeu a movimentação e avançou em John empunhando um facão.
A adrenalina estava à tona, seu coração batia mais rápido do que esperava, mas John parecia calmo, e aparentava ter total controle da situação. Sacou uma de suas bombas, e a explodiu frente ao guarda, que atordoado pela fumaça, não conseguiu perceber um ataque vindo do ladrão. Um soco acertara o homem no rosto e o empurrara em direção a porta. Não pode fazer mais do que isso, a fumaça atrapalhara sua visão. Aos fundos, ouvia-se cachorros latindo e pessoas correndo.
Estão vindo aqui? Mas como poderiam saber? O que farei agora?- pensava John espantado com a situação."
O resto fica para uma próxima galera!
Parte 2 disponível >>
"Não passada a tão sonhada noite, o ladrão se preparava para outro roubo de uma casa rica nas montanhas. Já estava no quarto roubo na mesma semana e sua confiança só aumentava. Se gabava à todo o momento perto dos outros ladrões, dado um feito, que naquela época, nenhum havia conseguido.
Martin, o mais antigos dos ladrões dizia que seu ego, um dia, seria o penhasco do qual aquele ladrão cairia. Todos do grupo não discordavam de tal pensamento.
Quando a lua tocava o topo de nossa visão, o centro de nossa percepção, lá estava ele, John, pronto para seu próximo "lucro", como mesmo chamara uma vez. Já não haviam mais guardas nas ruas daquele vilarejo, nem mesmo notara se alguém transitava por ali. Então, decidido, avistou o alvo, a casa no fim das colinas. Gigante com um jardim florescente e colorido, tinha dois andares, com sacada e um revestimento rústico de uma madeira um tanto quanto rara. A porta, adornada com folheamento à ouro, fazia a vista principal da casa ser a melhor em toda a região./
Não demorou muito para chegar até o jardim sem ser visto, o momento era oportuno e a garantia de sucesso lhe animava cada vez mais. Porém ao adentrar a casa, avistou dois homens que por razões misteriosas, não deveriam estar ali. O primeiro rondava os jardins e o segundo guardava a tal porta adornada.
John carregava consigo um saco com suas ferramentas para arrombo e alguns panos e bombas de fumaça que ele mesmo fabricara. Sacando um pano, John rapidamente avançou no primeiro homem, e ao encobrir a boca, neutralizou o pobre distraído até que estivesse inconsciente. Por um súbito momento, o segundo, que não era tão distraído, percebeu a movimentação e avançou em John empunhando um facão.
A adrenalina estava à tona, seu coração batia mais rápido do que esperava, mas John parecia calmo, e aparentava ter total controle da situação. Sacou uma de suas bombas, e a explodiu frente ao guarda, que atordoado pela fumaça, não conseguiu perceber um ataque vindo do ladrão. Um soco acertara o homem no rosto e o empurrara em direção a porta. Não pode fazer mais do que isso, a fumaça atrapalhara sua visão. Aos fundos, ouvia-se cachorros latindo e pessoas correndo.
Estão vindo aqui? Mas como poderiam saber? O que farei agora?- pensava John espantado com a situação."
O resto fica para uma próxima galera!
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